Nobreak: Jogadores investem neste equipamento para proteger consoles e PCs

O uso de nobreak’s cresce cada vez mais nas residências

Cada vez mais popular, o nobreak se tornou um periférico fundamental também para a comunidade de games. Antes comum no ambiente corporativo, o equipamento protege aparelhos eletrônicos, como videogames, computadores desktop, entre outros, contra oscilações de energia, como um estabilizador, e ainda oferece uma reserva extra de energia através de uma série de baterias internas. “Investimos muito em equipamento e nos jogos em si, principalmente quem joga online, o nobreak é uma segurança adicional”, conta Diógenes Lee, fã do RPG online League Of Legends, jogo em que você cria e desenvolve um personagem, um dos mais populares da rede.

Essa segurança oferecida pelo nobreak é compreensível. O mercado de games é o que mais cresce no mundo todo, ultrapassando a indústria cinematográfica e musical, agregando novos fãs de todas as idades. “Jogo desde criança, e meu filho segue o mesmo caminho, ele já pensa em fazer carreira como desenvolvedor no futuro”, conta o administrador Rafael dos Anjos. “Temos os Playstations 3 e 4, da Sony, além de muitos jogos. Com tanto investimento, fazemos de tudo para proteger nossos videogames, e o nobreak é uma peça importante”, completa o administrador de 32 anos.

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Para aqueles que jogam no PC, o nobreak é ainda mais importante. “Para nós heavy players (como são chamados os jogadores mais constantes), o computador é o bem mais importante da casa”, brinca o estudante Diego morais, também jogador de League Of Legends. “Montamos supermáquinas para jogar por muitas horas, normalmente online, em longas campanhas. Caso falte energia, e você abandone o jogo no meio, pode ser um desastre”, completa Diógenes.

Abandonar o RPG online em andamento é talvez uma das maiores preocupações dos jogadores. Por isso a importância do nobreak. “Seu personagem é como uma extensão da sua personalidade, você vive virtualmente todas aquelas aventuras, as emoções são reais, e em alguns jogos, caso caia a sua conexão ou o computador desligue, você fica à mercê dos outros jogadores, pode perder equipamentos, o que influencia seu level, a evolução no jogo”, conta Diego.

Além dos gamers, o uso residencial do nobreak também acompanhou a tendência de crescimento do número do home offices, normalmente, profissionais liberais que passam a trabalhar em casa para a redução de custos com aluguel. “Dependo do meu computador o tempo todo para manter contato com clientes e para produzir minhas apresentações”, explica a publicitária Débora Tavares. “Esses minutos extras que o nobreak traz compensa de longe o investimento e protege meu equipamento”.