Impressora não fiscal organiza atendimento em bancos

Com impressora não fiscal e poltronas, agências buscam minimizar as filas nos caixas

Logo na entrada dos bancos, há um computador, com uma impressora não fiscal, e quase sempre um funcionário, identificado com um colete, para fazer um pré atendimento aqueles que chegam, ou auxiliar quem tiver dificuldade com a operação dos caixas eletrônicos.

impressora nao fiscal e papel

impressora nao fiscal e papel

“Esta é uma forma de filtrar a necessidade de cada cliente. Muitas vezes a pessoa precisa apenas fazer um pagamento ou depósito, e a aconselhamos a usar os caixas eletrônicos, eles são muito mais rápidos e práticos, e oferecem a mesmas possibilidades que o caixa convencional”, conta a estagiaria Maria Fernanda da Costa, funcionário do Banco do Brasil. “Quando ir ao caixa é indispensável, no caso de não clientes do banco, por exemplo, criamos a senha com a impressora não fiscal, para agilizar a espera já dentro da agência”, ela acrescenta.

A impressora não fiscal produz uma senha já com o tipo de atendimento especifico que aquele cliente precisa. “Para nós clientes, ir ao banco sempre é uma questão burocrática, muitas vezes encontramos filas enormes, e qualquer atitude que tenha em mente diminuir esse estresse é mais que válida. O internet banking, aplicativos para celular, os caixas eletrônicos, todos eles tentam aliviar o fluxo de pessoas resolvendo as coisas pessoalmente. E acho legal usar um computador e uma impressora não fiscal para separar as senhas logo na entrada, tanto para quem vai ao caixa, como quem busca um atendimento especializado por parte da gerência”, afirma o cirurgião dentista Dagoberto F. de Ramos.

A impressora não fiscal também organiza a sequência de senhas de atendimento prioritário, indicado a idosos, gestantes e pessoas com deficiência ou crianças de colo. “Como utilizamos duas linhas de chamadas, tanto o sistema, como o número no papel facilitam as chamadas e evitam transtornos. É um esquema muito mais justo, do que separar um único caixa para os casos especiais, que as vezes demoram mais do que se usássemos o rodizio”, informa Maria Fernanda.

A impressora não fiscal também serve para uma auditória interna a respeito do fluxo de clientes que aquela agência recebe e quais momentos têm maior movimento. Sempre que uma senha é gerada, ela sai com o horário. Quando chega a vez do cliente, ele entrega a senha ao caixa, que a lê o código de barras nela contido, acrescenta o horário de atendimento e devolve a senha ao cliente. “Até para os nossos tramites internos, a senha criada pela impressora não fiscal é positiva. Podemos definir melhor os intervalos, e também o revezamento do serviço interno, como o recolhimento dos depósitos feitos no caixa eletrônico, por exemplo, e o atendimento ao público, a ideia é sempre otimizar os recursos para criar um bom ambiente para os funcionários e clientes”, diz José Henrique de Souza, caixa do Banco Itaú.